A impressora 3D na arquitetura: precisão, economia e agilidade

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A impressora 3D surgiu na década de 80 com atuação bem segmentada, para reprodução de objetos plásticos pequenos e simples. Mas a tecnologia avançou de tal forma, que hoje é um mecanismo de suporte até na arquitetura, otimizando a construção de imóveis de todos os portes. A técnica possibilita a fabricação de um modelo tridimensional a partir de um protótipo criado digitalmente.

Com os inovadores equipamentos de nível industrial, edifícios inteiros estão sendo impressos ao invés de construídos a partir de um cabeçote de impressão, que é responsável por depositar a matéria-prima derretida em camadas. Cada demão é sobreposta à outra, até chegar ao modelo desenvolvido digitalmente. Isso automatiza o processo construtivo, potencializando a execução da obra em todos os seus aspectos.

Vantagens da aplicação

Incontestavelmente, uma das vantagens mais berrantes da aplicação da impressora 3D na construção civil é a agilidade. A tecnologia garante que uma casa inteira seja levantada de maneira muito mais eficiente. A eficiência aqui não se traduz apenas em economia de tempo, mas também estamos falando em redução de desperdícios e, consequentemente, de custos.

A automatização do processo diminui também a produção de lixo na obra. Considerando que o concreto responde pela emissão de parcela considerável de dióxido de carbono na atmosfera, a impressora 3D se torna uma opção mais sustentável. Isso porque ela consegue projetar as peças com a quantidade exata de concreto, evitando, assim, os excessos. 

Ainda no quesito benefícios, a impressora 3D elimina a etapa de conversão do projeto em desenhos bidimensionais. Como o equipamento consegue ler o arquivo digital diretamente, isso elimina a incidência de erros e incompatibilidades possíveis no processo de conversão. Além de economizar tempo, economiza também recursos.

Por falar em economia, a automoção do processo construtivo com o uso da impressora 3D também proporciona a criação de variações, viabilizando as customizações. Isso é possível porque o próprio sistema produz essas variações, dispensando a necessidade de contratação de profissional especializado. 

Por outro lado…

Mas nem tudo são flores. Dentre as desvantagens da tecnologia está o controle pleno sobre o concreto, especialmente em relação à pega, que denomina o processo de endurecimento da massa, sua resistência e aderência. A manipulação do concreto é complexa. E, no caso da automação, é necessário ter cuidado. A aplicação de uma nova camada de concreto pressupõe o tempo perfeito de enrijecimento da anterior, já que não há intervenção humana. 

Além do mais, a impressora 3D traz a necessidade de mudanças culturais, que exigem um comportamento proativo dos seres envolvidos. Muito embora ela surja como uma solução à escassez de mão de obra, ela simultaneamente exige formação técnica especializada para manipular o equipamento e os programas de protótipo. Isso é o que tornará o trabalho cada vez mais seguro.

Mas, ultrapassadas as adversidades, a verdade é que a impressora 3D, supre o hiato na comunicação entre arquiteto e construtor, trazendo mais alinhamento entre projeto e execução. Ou seja, ela não só otimiza todo o processo de obra em si, mas também garante uma perfeição de resultado para o cliente.

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